Lendo com a Lari #05

No quinto vídeo da coluna da Lari, ela escolheu falar de um de seus livros preferidos: Draga-mor e Draguinha. Escrito por Anna Claudia Ramos e publicado pela editora ZIT, o livro conta, de forma lúdica e divertida, a história de dois monstrinhos devoradores de comida que podem viver escondidos em qualquer casa. Eles são terríveis e devoram tudo o que encontram. Mas será que eles são malvados? Ou será que só estão com muita fome? O livro é diversão garantida para toda a família!

15 músicas para a primavera

Então você começa a acordar com o canto dos pássaros e a luz do sol invadindo sua janela. As flores começam a desabrochar e uma sensação de borboletas no estomâgo te invade. Talvez você possa estar apaixonado... Ou então é só o início da primavera!



Depois de um inverno rigoroso, finalmente chegamos na melhor estação de todas. Desde pequenininha sou apaixonada por toda essa magia da primavera: parece que os contos de fadas não estão tão distantes assim e que, a qualquer hora, uma princesa da Disney vai aparecer cantando uma música sobre o amor. É sério!
Metade por ser romântica e outra metade também, a primavera sempre me remete àqueles tempos de mudança. Hora de deixar o passado no passado e seguir com a cabeça erguida e com todo o amor do mundo dentro do coração. O fato é que cá estou eu, mega apaixonadinha (pela vida e não por alguém específico), trazendo uma coletânea linda de músicas para sair dançando pela rua, com um baita sorriso no rosto.



1. Scarecrow, Alex & Sierra
2. Não Para, Ivo Mozart.
3. Begin Again, Taylor Swift.
4. Meu Sol, Vanguart.
5. Love Life, He Is We.
6. Air Balloon, Lily Allen.
7. Queria Me Enjoar de Você, João Bernardo.
8. Life Goes On, Noah And The Wale.
9. A Japonesa, Soulstripper.
10. Best Day Of My Life, American Authors.
11. Piscar o Olho, Tiê.
12. I'm In Love, Kim.
13. You and I, One Direction.
14.Youhuhu, Mallu Magalhães.
15. Shine, Benjamin Francis Leftwich.

A menina que colecionava borboletas {resenha}

Bruna Vieira, 151 páginas, 2014, editora Gutenberg.

Estou mais uma vez surpreendida pela escrita da Bruna. Assim como em Depois dos Quinze (leia a resenha aqui), continuei me deliciando com seus contos: fisgada desde as primeiras páginas, deixei-me levar por suas palavras e, em muitas vezes, me senti como se eu mesma tivesse escrito tais coisas. Assim como a Bruna, também sou muito romântica e quando é pra me entregar, me entrego de verdade – e o resultado disso nem sempre é satisfatório, confesso – talvez por isso eu consiga estabelecer mesmo essa identificação entre nós duas.

“Onde você guardou o amor?”
“Acho que deixei no caminho.”
“Então volte.”
“E se eu me perder?”
“Você não iria muito longe sem ele.”

Tanto a capa, como as ilustrações no interior do livro, foram feitas pela Malena Flores (uma moça cujos trabalhos eu já acompanhava pelo Facebook) e ficaram lindas, lindas, lindas. A diagramação e o cuidado da editora Gutenberg está, mais uma vez, de parabéns. É um daqueles livros que você se orgulha de ter na estante, de tão bem feito, sabe?

“Se a vida fosse um ônibus, eu diria que somos todos passageiros. Alguns descem mais cedo. Outros nos fazem querer mudar de lugar. Ora estamos distraídos olhando através da janela, ora só queremos um pouco de conversa fiada para o trajeto parecer mais curto. Às vezes, adormecemos sem querer no ombro de um desconhecido, às vezes fechamos os olhos sem querer. O importante, eu diria, é continuar sentindo vontade de chegar a algum lugar.”

No entanto, esse não é um livro que agradará todos os públicos. Voltado mesmo para contos de relacionamentos adolescentes, se você não é tão romântico ou já passou da adolescência, talvez não se sinta tão interessado pela leitura. Prefiro ler a Bruna como escritora de contos a romances. Minhas duas experiências com suas coletâneas foram muito boas, enquanto na leitura de “De Volta aos Quinze” deixou um pouco a desejar. O livro levou cinco estrelinhas e já está nos meus favoritos!


“Todos nós nos parecemos muito por dentro e o que nos diferencia é a maneira como mostramos isso para o mundo. Somos livres para mostrar o que quisermos e como quisermos.”