Um dos vídeos que eu mais gosto de fazer é o Document your life. Já falei nesse post aqui, o quão importante é pra mim poder registrar pequenos pedacinhos da vida, e esse projeto não é diferente. Nesse semestre, tudo o que poderia dar errado, deu: morei num pensionato onde a internet funcionava a passos de tartaruga (isso quanto funcionava!), não tinha tempo nem pra respirar, e pra piorar minha câmera e meu celular pararam pifaram! Lei de Murphy to-tal.

Depois de muita insistência, consegui um celular novo e que tem uma câmera bem bacanuda e naquela mesma semana saí gravando tudo o que eu via pela frente. Resultado? Esse vídeo aí de baixo! Dá o play pra ver como foi meu mês - e como está sendo essa minha nova fase como, cof cof, universitária (dá pra acreditar???).



Yay! Nem dá pra acreditar que aquele blog, criado lááá em 2010 pra postar textos bobinhos fosse, hoje, completar 5 anos! Compartilhei um pouquinho das minhas alegrias com vocês nesse vídeo mega especial :D

p.s.: não reparem no cenário e iluminação, por favor. Ainda tô em processo de ~decoração~ do meu quarto. E a qualidade também não tá lá essas coisas porque minha câmera estragou e tive que gravar com o celular mesmo :S



Por muito tempo imaginei viver um romance de filme, daqueles que tudo pode acontecer e que mesmo nas piores brigas, um vira pro outro pedindo beijo, pedindo reconciliação. Cresci imaginando que encontraria meu príncipe encantado no Ensino Médio ou na faculdade. Ele nunca esteve ali, mas eu sempre me enganava dizendo “é porque hoje não é o dia certo, amanhã ele vai aparecer”. Se eu ficava com alguém, independente se algo planejado ou algum desconhecido qualquer, já criava planos de um futuro ao seu lado.

Mas hoje meu coração só busca paz. Percebi, num desses amores quaisquer, alguém cujo meu coração não bate mais forte, mas onde quero reservar um espacinho. Encontrei alguém que não me transborda, mas que me acrescenta um pouquinho; alguém que não é motivo constante dos meus sorrisos, mas que sempre consegue me tirar uma risada idiota. Foi em você, um alguém tão normal que eu poderia ter conhecido facilmente em qualquer mesa de bar, que descobri que às vezes o gostar pode ser melhor que amar.

Antes eu pensava que se não me fizesse sair do chão, nem valia a pena insistir. Com você descobrir que nem tudo precisa estar sempre no clímax. Se existe alguém por quem vale a pena compartilhar algumas noites frias em baixo do cobertor, jogando conversas (ou beijos) fora, ao som de Nando Reis ou Legião Urbana, já é motivo suficiente para continuar. E eu, que nunca acreditei em amores calmarias, tomo mais um gole de chá e sorrio ao lembrar do que você me disse no portão “e quando der fome ou saudade, eu tô aqui”